Para um ano novo….
01 domingo jan 2012
01 domingo jan 2012
11 quinta-feira ago 2011
Posted in Literatura, Meus textos, Poema
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ancoradouro, deriva, farol, porto seguro, tempestade, tormenta
surge incólume, teu porto seguro.
Por Moni Abreu
Para meu muso Fafi
Texto original: Moni Abreu
Ao repostar, favor citar a autoria.
17 domingo jul 2011
Posted in Literatura, Meus textos, Poema
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Ó flor,
vois que sois de formas tão delicadas,
toda alva e perfumada,
pra que tirei-te do teu destino?
Culpa de ti que és flor,
esse teu cheiro doce, esse teu encanto
sob a desculpa dessa tua tão curta vida
foste desvirtuada do rumo natural
impunemente
e doada a a tão inspiradora face
para quem a tua beleza
veio emprestar aroma da terra
e iluminar ainda mais o largo sorriso,
por um breve enlevo momentâneo…
Por Moni Abreu, para a bela Sussu…
Texto original. Ao repostar, favor citar a autoria.
26 domingo jun 2011
Posted in Conto
Satânico é meu pensamento a teu respeito, numa sede de vingança incontestável pelo que me fizeste ontem.
Só descansarei quando vir sair o sangue quente do teu corpo. Só assim, livrar-me-ei de ti, mosquito Filho da Puta!
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Provavelmente não foi escrito verdadeiramente pelo Carlos Drummond de Andrade, mas está rodando a net como se fosse dele e como eu gostei do texto e gosto do autor, fica como se dele realmente fosse.
25 sábado jun 2011
Tags
"animal agonizante" livro, "fatal" filme, as bacantes, conto erotizado, erotismo, luis pondé, menstruação, Penelope Cruz, Philip Roth, poder feminino
Texto original de : Luiz Felipe Pondé
Ela estava de pé em minha frente. Eu, sentado, ofegante, à espera do próximo passo daquela fera. Ela, com um sapato preto de salto alto. As pernas suavemente abertas. Por sob a saia preta, o sangue começava a escorrer por entre as pernas. Aquele líquido vermelho, delicioso, quente, promissor, me chamava para uma forma ainda desconhecida de desejo: beber seu sangue menstrual.
Ela mergulha o dedo no sangue e, suavemente, molha os lábios com ele, sugando-o, avidamente.
Não resisti. De joelhos diante de minha deusa, ofereci minha boca para aquele líquido sagrado. Lavei suas pernas com meus beijos. Nunca senti nenhum prazer igual. O gosto, não dá pra descrever, é como se finalmente tivesse descoberto o verdadeiro sabor da alma feminina.
Mas ela não se deixou dominar facilmente. Tive que usar de toda minha força masculina para finalmente imobilizá-la e roubar dela todo o seu sangue delicioso.
Ao final, caída no sofá, minha presa respirava agonizante diante de minha fúria animal. Eu, paralisado, contemplava minha escravidão.
Assim tornei-me uma espécie de vampiro. Caço mulheres menstruadas pelas noites. Não para matá-las, jamais! Mas para beber a delícia que delas brota uma vez por mês. Uma dádiva para o homem que conhece o gosto de mulher.
Agora entendo por que as mulheres eram vistas como deusas. Não porque são mães em potencial, mas porque nos alimentam com suas entranhas. De início, ficam um pouco tímidas, mas depois dos primeiros “assaltos” à sua intimidade fisiológica, percebem que minha obsessão é na realidade a forma mais verdadeira de amor à mulher. Agora, só saio com mulheres menstruadas.
Texto As Bacantes de Luiz Felipe Pondé publicado na Folha de São Paulo, parodiando cena do livro “Animal Agonizante” do escritor americano Philip Roth, que virou o filme “Fatal” interpretado por Ben Kingsley e Penélope Cruz.
05 domingo jun 2011
Posted in Conto, Eróticos, Literatura, Meus textos
Aquela loja era especial não por ser uma chocolaterie chique, mas porque lá trabalhava Clarisse. Linda mesmo, mais atraente do que qualquer doce embalado em papel dourado. E provavelmente muito mais gostosa. Perdoe-me o chocolate, mas Clarisse era aquele tipo de mulher que você sonha nas noites polutas. Nestes sonhos, levados durante semanas, delirava com relação ao seu sabor, ao seu cheiro, seu gosto.
Todo dia passava em frente à loja e, fitando-a da vitrine de vidro, tinha ereções ‘involuntárias’ e suas pernas tremiam. E cadê a coragem de ir lá, partir para a conquista e realização de seu delírio erótico? Levou tempo até tomar a devida coragem para entrar na loja. E o que conseguiu? Três barras de amargo, um amarula e duas cerejas!
Em desespero comentou com um amigo com fama de ‘sacana’ que lhe disse: “Cara, parte pro abraço. O máximo que pode acontecer é ela te dizer um não. Aí, você cata outra!”
Seguindo essa máxima entrou uma segunda vez na loja.
Tentou disfarçar interesse nos produtos, olhou por todos os cantos até que ela o abordou:
- Posso te ajudar?
- Qual seu nome?
- Clarisse. Deseja algo?
- Sim… olhou engasgado, pigarreou… você!
- Saio todos os dias às 18 horas – olhou-o de cima à baixo com um sorriso malicioso.
- … am… bom… então?
- Se você me trouxer algo que eu gosto eu saio com você. Passar bem.
E virando-se, voltou a subir na cadeira para ajustar a prateira alta de caixas de bombons, deixando seu interlocutor abismado, olhando fixo para o que ele via lá debaixo do mini vestido colorido.
Saiu atordoado. Com a visão e com a auto-decepção. O que será que ela gosta? O que vou fazer? Voltou ao amigo sacana, que deu o seu melhor conselho: -“Cara, mulher gosta de flores, de balagandã, de chocolate.. sei lá.. tenta alguma coisa!”
Chocolate? Nem pensar. Jóia? Não, muito caro. Flores?
Sentia-se um idiota, quando chegou à loja no dia seguinte com as flores coloridas que comprou em lembrança daquele vestido.
Abriu a porta de vidro e num engasgo meio seco:
- Oi,… são…. pra você!
- Ah, valeu!
- Será que… de repente… Poderíamos nos encontrar quando você sair?
- Quando você trouxer o que eu desejo, sim. Antes disso, jamais. Volte amanhã.
E virou-se de um salto, abaixando o volumoso decote em V para pegar duas cestas de trufas de chocolates dispostas no chão.
- “Que diabo de mulher! Que tortura!”, pensou atônito!
No dia seguinte levou-lhe um par de brincos de uma joalheria. Pareceu-lhe ser original. Tinha a forma de gatos.
Entrou de chofre:
- Olá. Trouxe-lhe um presente.
- Gracinha. Adoro gatos.
- Então… – ainda titubeou.. – Podemos sair hoje?
- Você ainda não trouxe o que eu quero. E jogando o cabelo para os lados, não tão distraidamente, deixou a mão descer o pescoço suavemente. – Volte amanhã… quem sabe – disse num meio muxoxo que terminou num sorriso maroto.
No dia seguinte não voltou. Estava em desespero. Não tinha idéia do que ela queria. Passou por uma semana infernal, na mais dolorosa dureza a cada vez que passava lá. Por fim, ensandeceu. Uma noite resolveu esperar do lado de fora, pelo fim do turno da bela.
Primeiro foi a proprietária quem foi embora. Depois o caixa também se despediu, batendo a porta atrás de si. Da rua viu Clarisse sozinha na loja.
Tal qual fera entrou rubro, arfante, teso, quase um louco. Passou pelo balcão e foi direto á ela, no fim da loja, acossando-a na parede, levantando e pegando seus cabelos com as mãos e dominando-a pelas ancas, com uma força quente e decidida.
- Te trouxe uma deliciosa barra de chocolate e vou fazer você comer todinha!
- Ai, finalmente! – submeteu-se Clarisse, inflamada com o ato tão esperado.
E ali, atrás do balcão, entre a escada e o caixa, os barulhos úmidos dos desejos de ambos não foram vistos da vitrine de vidro.
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Texto original: Moni Abreu
Ao repostar, favor citar a autoria.
29 domingo mai 2011
Posted in Conto, Eróticos, Literatura, Meus textos
Aqueles olhos verdes e a pinta na borda dos lábios. Isso que lhe atraiu a atenção quando se conheceram. Hoje estão casados. Lá do quarto ele a ouve, em tom estridente, reclamar e protestar. Só porque disse que ia beber e jogar com os amigos (mas vestiu seu melhor terno) é que o estresse começou. Vocifera que ele não gostava mais dela, que tinha se tornado invisível, que eles não eram mais os mesmos. Suplicante, pediu que não fosse, que ficasse com ela. Ele virou-se, impassível, pegou a chave e saiu.
Seguiu sem hesitação para o clube de suingue, e não o bilhar como dissera.
Chegando ao local escolheu uma máscara disponível, condição para a entrada. O salão estava cheio de pessoas liberadas e se imaginou liberto. Respirou fundo e penetrou àquele meio. Ao som da batida musical, instigante, foi se soltando e depois de uma pequena dose daquela bebida, se soltou de vez. Foi direto no pescoço de uma, dizendo coisas que jamais diria e virando-se para outra, disse o mesmo. Sentiu-se um garanhão erétil e não sairia dali sem antes ‘faturar’.
Entre piscadelas arrebitadas de uma e outra e apalpadelas quentes entre danças, ele achou, no meio do salão, uma jóia rara esperando seu bote. Linda, cachos longos e dourados, lábios carnudos vermelhos, num vestido longuíssimo que tinha um rasgo fenomenal indo até quase ao quadril, deixando a coxa grossa deliciosamente à vista.
Atravessou o salão decidido e achegou-se naquela nuca. Adorava pescoços. Confiante, sussurrou atrevido. Ela virou-se sem reação, e como se ele invisível fosse, dirigiu-se ao lado oposto.
Atônito por alguns segundos, ultrajado nos seus brios, com olhos sujos vai atrás de outra qualquer. Panoramicamente observa o salão, percebendo que entre as disponíveis, ELA era o que ele queria e precisava. Desiste das demais e vai à caça de sua presa: “Essa será minha!”
Foi no balcão e lá estava ela com um coquetel na mão, uma perna no banco e a outra tocando o chão, deixando perna e algo mais, totalmente expostos. Voou sobre ela prendendo a perna dela entre as suas, roçando firmemente, pensando ter feito um cheque mate. Chega perto de sua orelha e um perfume conhecido o excita. Palavras afoitas e imprecisas deslizam. Ela felina, se esgueira magicamente, saindo do encanto momentâneo. Leva o drink para longe e o deixa atônito, disfarçando atrás do balcão aquela enorme volúpia abandonada.
Agora era questão de honra. “Ela hoje será minha na cabine voyeur”!
Rodou e rodou o salão, o peito doía de ansiedade, as pernas tremiam só na antecipação de um prazer provável. Acha-a, enfim, novamente! Está lá, na poltrona, olhos vagueando a pista. Faltam somente dois minutos para o black out, o momento “pega geral”. Chega de manso e não dá o bote de pronto. Disfarça ao ver aqueles lábios e pernas ligeiramente entre abertos. Senta-se, distraidamente, na poltrona em forma de boca. Afunda e colam coxa com coxa. As luzes subitamente se apagam e a música começa a se tornar ritmada e libidinosa. Passa uma das mãos em sua perna e a outra no pescoço, tateando um e lambendo o outro. Ela tomba a cabeça pra trás e abre mais as pernas. Fica lascivo e vitorioso sussurrando delícias por vir, ela gemendo e contorcendo. A luz acende e a música muda. Ela se levanta de chofre, caminha e se vira. Por trás da máscara ele a vê piscar pausada e sugestivamente. Segurando e alisando insinuosamente o corrimão, começa a subir a passos lentos, olhando para ele fixamente.
Rígido e tenso só de imaginar o significado daquele gesto, fica absorto olhando o andar familiar daquela fêmea exuberante. Quando ela chega ao topo, ele está já a subir, no rastro do cheiro almiscarado. Ela parada na porta da cabine voyeur se esfrega insinuante no portal. Ele entra puxando-a pela cintura e ignorando os olhos atentos atrás do grande vidro redondo. Pega-a pelo cabelo e imprensa seu corpo contra o sofá cúmplice. Levanta o vestido por trás e sente as curvas das nádegas quentes. Excitado com os gemidos dessa gata selvagem e difícil, abre o zíper e lhe desfere estocadas com vontade, fazendo valer o instinto selvagem que já o estava ensandecendo. Segura firme o seu corpo que freme e geme e pulsa.
Ferozes por longos minutos de delícias, ela tomba deitada no sofá. E ele, feliz pela conquista se detém a olhar aqueles profundos olhos verdes e a deliciosa e marcante pinta na borda de seus lábios.
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Texto original: Moni Abreu
Ao repostar, favor citar o autor.
20 sexta-feira mai 2011
Posted in Eróticos, Meus textos, Mini Conto
… Abaixou-se para ajeitar o sapato. Maldito. O queira tanto e agora lhe parece um inferno. Descobriu que atrapalhava seu andar e ainda lhe deixaria uma marca dolorida.
Sentia-se assim, impetuosa. O que via, queria. Não pensava muito antes de escolher. Tinha essa tara por quase tudo. Ver, querer, pegar, ter!
Foi assim com aquele sapato.
Já era quase 18 horas quando passou em frente a uma loja. Lá estava ele. Vermelho, imponente, ao seu alcance. Entrou. O vendedor acompanhou fixamente seus passos suaves arrulhando aquele seu vestido justo e, de pronto, se deteve exclusivo. Trouxe cheio de sorrisos o item que ajudou a calçar com olhares revirados. Elogiava cada passo, como se fosse a única cliente do dia. “Ficou linda”. “Dê mais uma volta”. “Não tenha pressa”. “Combinou com seu vestido e seus cabelos”!
O salto pontudo afundava o tapete e do espelho inclinado no chão, ela via seu entre coxas. Ficou assim a mirar-se. Ora entre o sapato e si mesma, ora para o vendedor hipnotizado atrás de si. Divertia-se. Sabia-se exuberante e deleitava-lhe imaginar o quanto mexia com os desejos dos homens. Sacudiu os longos cabelos ruivos ajeitando-os como se eles a impedissem de ver melhor. Virou-se e revirou-se tanto quanto os olhos do rapaz, que percebeu arfante e indulgente.
A loja já estava parcialmente fechada e o caixa impaciente com a indecisão da cliente.
O vendedor aproximou-se sussurrando: “Vai levar?”
Parada diante de si mesma reflexa, acordou do deleite e pensou em outro. “Sim, querido, vou levar? Tem certeza que você gostou?”
“A-d-o-r-e-i!” sibilou mal intencionado o musculoso rapaz.
Levou-a ao caixa, embalou o par mais vermelho que já vira e solícito entregou-os em mãos “Meu dia acaba aqui. Mas a noite está só começando…”
Ela pegou, segurou por segundos significativos, fixando aqueles olhos que a comiam.
Ao chegar na esquina, abriu a caixa, tirou os saltos pontudos vermelhos e calçou. Ficou à espera.
Alguém circundou sua cintura, “Vamos sapatinho vermelho?”. Entram na primeira espelunca que encontram.
Três horas depois ela sai, afogueada, esticando o vestido e abaixando-se para ajeitar a fivela do sapato…
Texto original: Moni Abreu
Ao repostar, favor citar o autor.
16 segunda-feira mai 2011
Posted in Eróticos, Literatura, Meus textos, Mini Conto
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andré Marques, conto erótico, desejo erótico, erotismo, escravo, literatura erótica, mini conto, Roberto Ferri
- Estás a me castigar, Ama… – diz o escravo seviciado.
- Sim. Apraze-me muito. E tu? Estás a me torturar, escravo?
- Deixa-me ver a ti, por favor, imploro-te… – suplica fervoroso, o escravo petulante.
- Peça-me. Suplica-me. Rebaixe-se. Seja meu escravo e eu te tratarei bem…
- Rogo que te compadeças, Ama. Sou teu escravo. Todo teu…
A Ama continua: -… Como só um escravo amado pode ser tratado, com regozijos e privilégios que poucos teriam em vida. Faze o que te mando e em retribuição te darei como fortuna o teu desejo maior, que não seja a liberdade, posto que és meu, mas que seja aquele desejo escondido dentro de teu ser que só eu reconheço e que só eu posso dar-lhe!
- Sim… Por vontade própria sou cativo de tuas promessas. A ti imploro, suplico, rogo-te: dá-me!
A Ama diz: – Aquieta-te, escravo! Teu prêmio pela tua obediência e subserviência está já a teu alcance e em meu leito. Prepara nosso ninho, colocando as rosas como te falei e os óleos ao lado de minha cabeceira. Lava-te e deixa antever as tuas qualidades másculas.
Isso, estás pronto! Apressa-te, mostra-te a mim.
O escravo desejoso diz: – Quero… Pronto cá estou, tudo que quiseres. Fita-me…
- Deixe-me fitá-lo com o gozo antecipado do prêmio que insisto dizer que é teu embora a vencedora seja eu, diz a agora escrava de seu escravo…
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Para quem ainda duvida da capacidade criativa de dois escritores se falando pelo MSN.
Co-escrito com André Marques . Lapidação e tratamento literário: Moni Abreu
24 domingo abr 2011
Posted in Eróticos, Literatura, Meus textos, Mini Conto
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andré Marques, conto erótico mitologico, desejo erótico, erotismo, instantaneos do msn, seres mitologicos
A bela Ninfa está nos bosques, perdida em pensamentos não puros, que em vão tenta esconder do viril centauro, a espreitar-lhe entre os arbustos..
Ele pensa: – ela me deixa hirto.. – já preparando um bote para devorá-la… A pobre ninfa coberta com parcas folhas que pouco escondem sua nudez.
Pula então sobre a Ninfa e profere rijo: – Quero-te toda!
Ninfa: – Ai.. um centauro! Acuda-me Zeus!
Quíron, diz: – Vou saciar tua fome, Ninfa….
Ninfa diz: – Ohhhhhhh, nobre e viril Quíron perdoe minha virgindade, sou a mais nova das ninfas das florestas e nunca tinha visto tão viril membro!
Quíron, diz: – Gostas de membros hirtos, avantajados, ninfa bela?
Ninfa diz: -Tenha-me em teus braços, mas sejas generoso e poupa-me a dor do teu largo mastro.
Quíron, diz: – …rejeitas o mastro, ou quer que penetre-o com parcimônia?
Ninfa diz: – Sejas gentil viril centauro… para que possas repetir o teu desejo conforme tua vontade quantas vezes for preciso enquanto durar a eternidade da vida de uma criatura tão mágica quanto vós.
Quíron, diz: – Suas tenras palavras me excitam como nada mais experimentara… posso morrer…não sem antes penetrar minha ninfa com todo meu querer…
Ninfa diz: – Ai, meu jovem e viril ser mágico, estou em tuas mãos, faça em mim a tua vontade… mas cumpra-se com respeito as tuas necessidades para que esta ninfa não te pragueje por tuda tua eternidade por profanar o corpo deste ser da natureza e não retribuir a ele o que de teu gozo tiras…
Quíron diz: – Quero desvirginar-te toda desse véu diáfano…. gozar em teus seios… e em devaneios levar-te ao meu Olimpo…
Ninfa diz: – Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Para quem duvida que papos no MSN não podem ser criativos!
Em parceria com André Marques
Lapidação e tratamento literário: Moni Abreu
Consuloria mitológica: Aisha Pereira